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O INFO TamTam é o infome do movimento Tambores pela Paz.
Aqui você encontrará todas as atividades realizadas nos anos de 2001, 2002 e 2003 com fotos, depoimentos e vídeos.
INFO TamTam 2003
O ano de 2003 começou com a participação dos Tambores na Marcha de abertura do Fórum Social Mundial e no evento "Tocando pela Paz", também no FSM. Semanas depois, no final de fevereiro, estivemos presentes no Carnaval da Paz, em Salvador, Bahia. Além disso, nos meses de fevereiro, março e abril, participamos das manifestações contra a Guerra no Iraque.
No mês de maio realizamos a oficina Arte e o Mundo Solidario, o lançamento oficial do novo site dos Tambores pela Paz e do Vídeo TamTam na Biblioteca Mário de Andrade/SP. Apresentamos, além disso, os Cadernos de Propostas e a Carta de Responsabilidades Humanas da Aliança.
Em julho, começamos a produzir uma nota semanal para o site da Aliança e dos Tambores com as últimas novidades. Para acessá-la, clique aqui!
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INFO TamTam 2002
A parceria Aliança/Sesc em 2002
Generosidade. Tolerância. Conceitos anteriormente abstratos e restritos a determinados grupos sociais, ou a indivíduos com grande comprometimento com os demais e com a sociedade, passam a ter significação para um número cada vez maior de pessoas. Especialmente nas grandes cidades, onde a violência gradativamente toma parte da rotina do cidadão comum, o tema PAZ aparece não mais como o caminho mítico, etéreo, que se deve buscar para alcançar a tranqüilidade distante. A Paz é uma necessidade imediata, própria da vida contemporânea. Como tal, assume para todos, indivíduos e sociedade, ares de urgência e transforma-se em um tema recorrente nas discussões mundiais, nas esferas das ações pública, privada e do terceiro setor.
Tradicionalmente envolvidos com ações que visam a transformação social, Sesc e Aliança compartilham do interesse em promover discussões acerca do tema, visando não apenas a disseminação de conceitos relativos à "cultura de Paz", mas a interferência direta na vida dos indivíduos que vivem nas grandes cidades. Com o foco na convivência urbana ("viver com"), a ação proposta visou estimular a realização de atividades que propiciassem o contato entre os indivíduos, permitindo-lhes expressar suas vontades e sua percepção sobre o assunto. Entendendo a expressão artística como uma das mais favoráveis à sensibilização dos indivíduos, e considerando-se o histórico da instituição Sesc nessa área, as atividades artísticas configuraram como um dos principais atrativos deste projeto, ao lado dos encontros temáticos em grupos de discussão.
Período
De 17 a 22 de setembro de 2002 (de terça a domingo, com maior destaque para as atividades do Sábado) dia 21 (início da primavera).
Julho: reunião com unidades do Sesc e entre os parceiros da Aliança.
Agosto: planejamento das atividades e divulgação para as comunidades.
Setembro: realização do evento.
Atividades Propostas
Conversas informais sobre o tema Paz, no formato Conversas de Rua, que procuraram
estimular a criação de "Praças da Paz" nas comunidades envolvidas. Os espaços internos das unidades do Sesc se constituíram em "praças" de discussão com a população local.
Os Tambores pela Paz continuaram ecoando, como parte do projeto, além de chamarem o público para os encontros informais nas praças.
Complementando as atividades percussivas, outras atividades musicais
ocorreram durante todo o período.
Programação Sesc
O site do Sesc hospedou um "hot site" sobre o evento, abrigando
uma "praça virtual" para discussões.
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Inauguração da 1a. Praça pela Paz
Mediante iniciativa do Movimento Mídia da Paz (o qual busca conscientizar a mídia sobre a importância de serem transmitidas à população também as noticias, sons e imagens bonitas, positivas e estimuladoras sobre a realidade do mundo), a idéia de se trabalhar com ações concretas sobre paz começa a tomar forma.
| Segundo pesquisa realizada em 2001 pelo Movimento Mídia da Paz sobre o significado de "Paz", verificou-se que muito poucas imagens de paz existem em nosso imaginário. Excluindo-se cenas de campos enevoados e despovoados, pombas brancas e coisas de cor branca, e uma sensação de tranqüilidade inerte, pouco parece restar em nosso universo simbólico que denote a presença de paz. Nenhum som, quase nenhum movimento, nada palpavelmente humano se faz presente. |  Entrevista realizada durante inauguração da Praça pela paz |
Esta representação parece afastar sobremaneira os jovens, deixando no ar a sensação de que nada alto, forte, agitado pode ser feito para representar uma ação de paz, imobilizando inclusive as iniciativas mais movimentadas e barulhentas para falar sobre paz.
Por outro lado as cenas de violência explicita ou implícita são exaustivas. Guerras, miséria, fome, opressão e abandono, sem falar da violência urbana, a insegurança nas ruas da cidade, no trânsito e no trabalho, fazem parte de um repertório amplamente conhecido e facilmente utilizado como justificativa para significar o que é a "Não Paz". Estas são, assim, as imagens sedimentadas em nossa mente. São estas as cenas que nos orientam, que fundamentam nossas percepções a cerca do mundo na qual vivemos, e que primeiramente são detonadas quando uma situação adversa se nos apresenta. Sem dúvida, é uma modelagem nefasta de comportamento que nos leva a assumir viver sem qualidade de vida, a real expressão do que significa a Paz.
Dentro deste cenário surge um exemplo diferente. A "Marcha pela Paz Perugia-Assisi", realizada na Itália a cada dois anos aproximadamente, desde 1961, cada vez com uma temática diferente. Esta marcha representa a finalização de três dias de conversações e plenárias sobre Ações de Paz que culminam com a formulação de um manifesto e uma caminhada de 25 quilômetros entre campos e cidadelas da Umbria, começando e finalizando em praças públicas.
Possui como características básicas o de ser:
a) uma ação ativa, com muito movimento, barulho e colorido,
b) um ato popular pois é uma mobilização da sociedade civil, um ato público de alta ressonância,
c) é clara, critica e construtiva,
d) transcende visões religiosas, étnicas e políticas, por fim,
e) busca a solidariedade das diferentes expressões de paz com colaborações decisivas de todos os setores da sociedade.
Não precisa dizer, nem explicar, que apesar de todas as idades estarem presentes, o público jovem é maioria. Para estes jovens Paz é Ação, uma ação social da mais alta relevância. Sentem-se ativistas, participes e responsáveis pelo planeta. Todos os oito preceitos da Unesco são incorporados de forma vivenciada, alegre, compartilhada. Sons e imagens transbordam e se instalam nas representações simbólicas de cada um da forma mais inteiramente pacífica. Os escoteiros organizam a população, não são necessários policiais. As pessoas vão se incorporando, não precisam de convite. Cada um com seu próprio motivo do por quê marchar pela Paz Mundial.
Esta vivência foi a base para que o presente projeto tomasse forma, conteúdo e colaboradores.
| A primeira Praça pela Paz Mundial: onde, quando e como foi inaugurada 
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INFO TamTam 2001
| Aqui se encontram as imagens e os documentos dos diferentes atos que aconteceram em maio, junho e julho de 2001. Isto é uma síntese do que foi realizado, e serve também de referência para as próximas convocações dos Tambores de paz.
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A resposta ao Tambores pela Paz tem sido muito diversa, rica e positiva. Muitos grupos tem respondido ao chamado, desde estudantes, a músicos profissionais, passando por grupos de dança, poetas, ativistas sociais e culturais, associações de bairros, escolas, empresas...
Como resumo detalhamos o seguinte:
420 pessoas na África:
Senegal: Dakar
Togo: Lomé (2 atos)
Tanzania: Dar es Salaam
Burundi: Bujumbura
250 pessoas na Ásia:
Líbano: Beirut
India: Bangalore
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| 9.500 pessoas na Europa:
Holanda: Harderwijk
Rumania: Peles
Estado espanhol: Catalunha: Barcelona (7 atos), Girona (2 atos), Masnou, Berga, Sant Hilari Sacalm, Figueres, l'Alforja, Santa Oliva, Olot, Súria,Sant Llorenç Savall... Resto Estado espanhol: Albacete
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54.500 pessoas na América:
Brasil: Mais de 16 cidades: 80 atos em Sao Paulo, Florianópolis, Río de Janeiro, Duque de Caxias, Porto Alegre, Brasilia, Salvador - BA...
Argentina: Buenos Aires (2 atos), Posadas-Misiones)
Uruguay: Montevideo (4 atos)
Colombia: Medellín, Boyacá.
Ecuador: Quito.
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Destaca-se a participação de grupos de musica popular brasileira e de percussão (Gereba, Bule Bule, Dinho Nascimiento, Caito Marcondes, Paranga...), 1.500 professores que tocaram tambores no Rio de Janeiro no início das aulas, 50 baterias e 40 músicos que tocaram na praça dos Três Poderes de Brasília, houve a participação em 3 programas de televisão, 72 atos diferentes nos SESCs de São Paulo, 10.000 pessoas da favela de Heliópolis de São Paulo. Participaram também, um grupo rwandés exiliado na Holanda (Harderwijk); 500 estudantes tocaram duas melodias com garrafas de vidro na praça da Catedral de Barcelona; pessoas foram convocadas à Plaza Mayor (Sant Hilari Sacalm). Além disso, tivemos notícia de muitos outros atos de Tambores pela Paz que se realizaram sem inscrição formal.
ANIMAÇÃO DE TAMBORES NO BRASIL:
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No dia 1º de maio de 2001 foi lançado o Tambores pela Paz em São Paulo- Brasil, no Sesc Vila Mariana. O objetivo foi o de mobilizar músicos, artistas, educadores e lideranças de movimentos sociais que se comprometessem com esta ação simbólica, criando assim todos os anos, nesse período, uma
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Sinfonía Intercultural pela Paz, por meio da Aliança por um Mundo Responsável, Plural e Solidário.
O encontro foi uma celebração interativa de Tambores pela Paz com a animação do músico baiano Gereba, da orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, de percusionistas e dançarinas da Cia Arte Tambor - tambor de Criola do Maranhão,
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| do sanfoneiro Cicinho, do músico e artista Bené Fonteles, do teatrólogo João das Neves e de todos os participantes do encontro Mundial da Aliança Arte e Identidade Cultural – Rede Mundial Artistas em Aliança. Participaram também convidados da cidade de São Paulo - artistas, educadores, dirigentes de ONGs, representantes do Povo Xavante e líderes comunitários.
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Reunimos um total de 170 pessoas que se comprometeram a organizar ações pela paz neste período. O evento foi a primeira divulgação pública da ação "Tambores pela Paz" da Aliança.
No Brasil o SESC SP (Serviço Social do Comercio) e a Aliança foram os realizadores de Tambores pela Paz, com a coordenação da Imagens Educação e do Grupo São Paulo da Aliança.
Apoios: Institutos Sou da Paz, Pólis, Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia, Ecoar, Ação da Cidadania, Cives, Ação Educativa, Secretarias Municipais da Cultura e a da Educação.
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